Notícia não precisa ser sempre ruim. Mas, em geral, quanto pior, melhor. Não surpreende, então, que a crise do jornalismo tenha virado assunto em jornais. E isso não é de hoje.As entrevistas com o fundador e diretor do El País, Juan Luis Cebrián, publicadas no Estadão e no Globo deste sábado, não trazem nada de novo. Cebián, que esteve no Brasil para lançar O Pianista no Bordel, não dá receitas. Nem poderia, por motivos estratégicos. Apesar disso, é interessante como revela a preocupação das empresas, pontuando os problemas do jornalismo face às inovações tecnológicas e seu papel político na sociedade contemporânea.
Estranho... o mercado discute questões conceituais enquanto universidades miram na prática. Uma melhor sintonia nessas duas esferas da profissão poderia render boas respostas.
Foto: Objetiva/ divulgação.




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